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Mal Necessário - Ao Vivo em Brasília

3:02sertanejo, sertanejo universitário, agronejo, Arrocha, piseiro Album Diego & Victor Hugo Ao Vivo em Brasília 2019-07-12

Tekst i tłumaczenie piosenki

Oryginał

Deixo você me chamar de imaturo.

Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.

E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.

Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.

E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.

Só queria entender.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Ai, ai, ai, ai.

Eu sou seu mal necessário.

Ô, banda boa!

Deixo você me chamar de imaturo.

Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.

E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.

Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.

E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.

Só queria entender.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Ai, ai, ai, ai.

Mas tô cabendo direitinho na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Mal necessário. Foi!

Tłumaczenie na język polski

Deixo você me chamar de imaturo.

Fui eu semper quem ficou em cima do muro.

E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.

Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.

E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.

Zapytaj o to.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Aj, aj, aj, aj.

Eu sou seu mal necessário.

Ô, banda boa!

Deixo você me chamar de imaturo.

Fui eu semper quem ficou em cima do muro.

E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.

Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.

E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.

Zapytaj o to.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana.

Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Aj, aj, aj, aj.

Mas tô cabendo direitinho na sua cama.

Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.

Niezbędne. Foi!

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